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BLOG DO PAIXÃO
 


BENZEDEIRA E BANHO DE CABEÇA!

BENZEDEIRA E BANHO DE CABEÇA!

 

Há pouco tempo estava eu em uma fase que as coisas não andavam. Não que estivesse tudo errado. Não era bem isso. Simplesmente paravam e não chegavam a termo. Estava assim, como enterro de baiano nordestino – um passo para frente e outro para trás, que a saudade não deixa, e nunca que o distinto é sepultado. Como eu havia recém-ingressado em uma Irmandade do Bem, de mútua ajuda que, aliás, muito tem me ajudado em todos os aspectos, comentei com os Companheiros. Eles me garantiram que isso passaria e que “as coisas” iriam começar a acontecer. Estavam nas Promessas da nossa Irmandade. E não é que, não diria, passaram completamente, mas começaram mesmo a andar. 


Contudo, surgiram, além das melhorias gerais (pessoal, profissional e saúde), fatos que ainda estão me deixando entre pasmo e hilário. Hilário para quem me cerca e para mim mesmo.

  
Pelo que consigo lembrar, essas “coisas” tiveram início em uma sexta-feira, quando eu peguei o metrô na estação Praça da Árvore e ao levantar os olhos estava na estação Santa Cruz. E meu compromisso era na estação São Judas, em sentido contrário. Cheguei a rir do engano e pensei: deve ser o “efeito sexta-feira.” Desci, dei a volta e peguei o trem na direção correta. Estava já um pouco atrasado. Ao partir, o operador anunciou: “próxima estação, Vila Mariana.” Aí, eu não entendi mais nada. “Como é que eu estava no sentido errado, mudei para o certo e continuava no errado”? Antes de ligar para o resgate de doidos perdidos perguntei a uma senhora onde eu estava. Ela, em um misto de entendimento e piedade, respondeu: “... Na Linha Um do Metrô de São Paulo, sentido Jabaquara.” Relaxei, então, e cheguei ao meu compromisso apenas quinze minutos atrasado. Para um brasileiro é o que chamamos de tecnicamente no horário cravado - os ingleses dizem, sharp.

    
E “as coisas” continuaram acontecendo... Sempre no Metrô, ou imediações.

 

Alguns dias depois estava voltando do trabalho em horário que os trens não costumam estar lotados. São apenas quatro estações, mas me acomodei e abri uma revista. Na primeira parada entraram três distintas e belas  senhoras, aparentando sexagenárias. Antes de sentarem-se o trem partiu e uma delas desequilibrou-se e caiu, ou melhor, despencou, no meu colo e agarrou-se no meu pescoço, onde deixou um risco meio suspeito. Levantou e sentou-se ao meu lado, enquanto as duas amigas e algumas jovens que estavam próximas tinham crises de micção de tanto rir (não poderia dizer estavam se urinando – fica feio). Esperei-a se ajustar e perguntei se era assédio, se estava mesmo me cantando, pois, apesar do método inusitado, devido à necessidade de cobrir o meu déficit primário (apenas financeiro, por enquanto), estava cobrando. Todas riram novamente, mas a possível cliente desculpou-se. Perdeu a cantada e eu o faturamento.  

  
A vida continuou e já havia até esquecido da minha quase primeira cliente. Estava novamente indo à reunião e quando estava passando em frente à Igreja de São Judas (a Antiga), um casal do terceiro sexo (como diria o Otto Lara Resende – sexo masculino, sexo feminino e sexagenário), parou o carro. A senhora desceu, deu a volta no carro acomodou o braço direito dela no meu esquerdo e continuamos andando... Alguns passos de braços dados. Esperei um pouco e calmamente falei: “moça, por mim tudo bem, eu a levo até a igreja, mas não sou o seu marido.” Ela olhou-me assustada; e juntos miramos o carro deles. O marido havia dado a volta, parado e, recostado no veículo, se divertia. Rimos muito – os três. Devolvi a esposa ao respectivo, ambos entraram na igreja e eu fui à minha reunião, divertidamente.

 

Cerca de duas semanas após, quando pensara estar tudo normal novamente, entrei no metrô (isso está se provando divertida pequena aventura – e ainda contribui para diminuir o efeito estufa, ao menos no que se refere aos gases fora do tem) em horário de pico e dei de cara com um senhor anão. Bonito e bem trajado. O vagão estava bem lotado e todos tentávamos nos equilibrar segurando nas barras do jeito que dava. Em um arranque repentino parte de nós se desequilibrou. Inclusive o Senhor Anão. Consegui me agarrar a um espaço na barra do teto e evitei cair por cima dos companheiros de viagem. O Senhor Anão, que não conseguiu alcançar nenhuma barra, por sua vez, segurou-se na minha perna e assim conseguimos chegar à parada seguinte, onde vários desceram e sentamo-nos calmamente. Sem desnecessárias palavras, chegamos tranquilamente aos nossos destinos. O ponto final da linha. Cumprimentamo-nos e seguimos.   

Definitivamente intrigado com “as estranhamente divertidas coisas que estavam acontecendo”, resolvi aconselhar-me e pedir orientação a um companheiro da Irmandade. Será que tinham ligação com as promessas que alguém me falou quando entrei na Irmandade ou teria algo que eu pudesse fazer para minorar essas “piadas prontas” das quais estava sendo protagonista? Ele, bom baiano, me encarou, com um semblante entre desdenhoso e incrédulo, e mandou: “Olha, eu já ouvi muitas histórias, mas dessas ainda não. Duvido que sejam parte das Promessas e tampouco que possamos fazer muito para te ajudar, nosso problema aqui é outro; mas posso te dar uma sugestão: como me ensinaram minha avó e minha mãe, talvez um bom Banho de Cabeça e uma Boa Benzedeira resolvam!” Achei que eram boas sugestões. Um bom banho, de cabeça e tudo, e uma bela benzida, principalmente antes de andar de metrô. Segui!       

 

Sebastião Paixão

Em São Paulo, 04 de Fevereiro de 2010.



Escrito por SEBASTIÃO PAIXÃO às 15h11
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TOMAR BANHO PODE SER DIVERTIDO...

TOMAR BANHO PODE SER DIVERTIDO...

 

Feriado em São Paulo. Dezessete horas. Hora de eu me preparar para ir à reunião da Irmandade, mais ou menos discreta, que tenho participado há algum tempo. Pouco tempo. Procurei uma das calças que estava dependurada na porta do quarto. Apalpei-as e escolhi a que estava mais seca. Há cinco dias que tenho molhado e secado calças, pois com o tanto que tem chovido em São Paulo nos últimos dias, a camisa e a cabeça até que dá para proteger um pouco sob um bom guarda chuva, mas calça e calçado sem chance.

Por falar em chuva, um pouco mais cedo, quando desci para almoçar com um amigo, tomei o primeiro banho do dia. Meu amigo chegou à padaria onde combinamos injuriado, pois São Pedro não tem agendado com ele, previamente, o horário de enviar chuva. Bem, como tenho evitado controvérsias, não vou entrar nessa dividida. Eles que são santos que se entendam. Ao menos ele fez a boa ação de me dar carona até a porta do prédio e assim o segundo banho (o décimo oitavo ou mais em três ou quatro dias) foi adiado.

 

Peguei outra calça, pois a da hora do almoço ainda não secara. Tomei outro banho (de chuveiro), vesti a calça (ou as calças? Em inglês é sempre plural) e me dirigi ao trajeto. Não tive como evitar, antes de caminhar dois quarteirões calça, tênis e meias já estavam molhados. Não me abalei nem um pouco. Ainda não assinei o contrato para atuar na Divina Gestão Climática. E até me diverti. Ao aproximar-me da entrada da estação do metrô sai uma senhora de origem japonesa, provavelmente beirando o septuagésimo,  com uma sombrinha metade do meu guarda chuva, toda lépida e serelepe, transbordando energia e alegria não condizentes com as condições do tempo. Captei a mensagem, me animei um pouco mais e peguei o trem.

 

Duas estações depois, na São Judas, descemos, eu e o meu indefectível guarda chuva de seis dólares. Quem ainda não andou nas ruas, empunhando um  guarda chuva, naquele dia de abundantes e perenes precipitações deveria experimentar ao menos uma vez antes de morrer. É melhor que várias sessões de ioga e meditação. Desenvolve paciência, tolerância e respeito com as diferenças de modo ímpar. Além de ser muito mais útil do que corrida de obstáculos para desenvolver agilidade.

 

Logo na saída da estação, em frente a uma Drogaria, um gaiato, que vinha medindo a largura da estreita calçada, cismou de me dividir ao meio e passar entre as duas partes. Desviei pela mão esquerda e ele, que já tinha iniciado uma meia lua, pela direita, utilizando o espaço de entrada da Drogaria. Até pensei que iria entrar lá, mas completou o “drible da vaca” com corpo e bola pelo mesmo lado. Aprumou-se, não me perguntem como, e seguiu em frente numa evolução digna de Primeiro Grupo da Sapucaí. Segui eu também.

 

Quando estava chegando ao meu destino, mais exatamente em frente à Igreja de São Judas (a antiga), uma bem nutrida senhora desceu abruptamente de seu belo carro e, acreditando-se empossada de poderes divinos, decidiu arrancar uma de minhas costelas com a afiada ponta de seu guarda chuva. Robusto, letal e preciso tal qual um AK47. Lembrei do que disse noutro dia o camarada Roque Jr. – Insista, persista e não desista! Bingo! Gritei que meu nome não é Adão, percorri, ou melhor, corri o último quarteirão que restava e me atirei, dez minutos atrasado, dentro da Sala da Reunião a que estava indo. Ufa!

 

Finalmente, respirei em segurança. Participei das quase duas horas de reunião, esqueci dos percalços do trajeto e voltei para casa em relativa tranquilidade. Apenas presenciei um cidadão urinando calmamente, na calçada ao lado drogaria onde eu escapara do passista. Não cambaleou e entrou junto comigo no metrô. Nada de excepcional.

 

Ficou para mim um aprendizado. Na dúvida, quando eu não souber direito o que fazer em um feriado municipal, vou tomar banho. É uma aventura quase segura, divertida, e provavelmente me deixará limpinho ao menos por mais um dia. Valeu São Paulo!

 

Sebastião Paixão

Em São Paulo, 25 de Janeiro de 2010.



Escrito por SEBASTIÃO PAIXÃO às 10h04
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HORIZONTE AZUL NO BOSQUE

HORIZONTE AZUL NO BOSQUE

 

Uma adorável gaiata teen que estava muito brava comigo (ainda está) desde a noite anterior, por eu reclamar que ela não vem respeitando o item 1º (Nosso Bem Estar Comum vem em primeiro lugar) do nosso Regulamento Interno de Convivência – RIC – saiu pela manhã para ir ao trabalho roendo o último elo da corrente (deve já ter providenciado nova para não faltar corrente).

 

Cerca de uma hora depois atendo um telefonema e me informam que a distinta amada havia perdido a carteira com vários cartões, de crédito, de lojas, incluindo da C&A, claro, e documentos, no ônibus que faz a linha Jardim Horizonte Azul/Praça da Árvore/Jardim Horizonte Azul. Acharam e entregaram ao Cobrador. O gente fina achou o cartão da Vídeo Locadora do bairro e a recepcionista, corretamente, não passou o número, mas me ligou, informou o que havia ocorrido e o número dos celulares do Álvaro (o cobrador). Liguei para ele, confirmei a veracidade e combinei de pegar a carteira com ele quando chegasse de volta ao ponto de onde partira há pouco. O que seria em cerca de duas horas a partir daquele momento.

 

Liguei para a perdedora de coisas e dei a boa notícia. Até que, para quem nos dez dias anteriores perdera o bilhete único escolar, a chave da casa duas vezes e sei lá mais o que, gastando com isso uns dez por cento do salário do mês, estava tranquila, mas foi possível perceber um choro bem disfarçado.

 

Bem, quase ao meio-dia sai esse outro gaiato aqui em direção ao ponto do Horizonte Azul. Dessa parte até gostei, pois, excluindo algumas peças de vestuário, há tempos não vejo nada azul e muito menos em um logradouro de nome Bosque da Saúde. Debaixo de uma nem tão fina garoa.

 

Chegando lá, como diz a nossa heroína, o busão ainda não estava. Resolvi, enquanto esperava, tomar um café e fumar. Entrei em um boteco de quatro metros quadrados e perguntei quanto o cafezinho, e um simpático resmungou algo do que só entendi a palavra centavos. Perguntei de novo para confirmar e a resposta foi: “um real.” Eu questionei: “oras você não falou centavos?” - E ele: “agora é dois real, ou melhor, o café acabou.” - Agradeci, atravessei a rua e tomei o café em uma lanchonete defronte, onde uma garota falou que tinha acabado de passar o café e que estava ótimo. Nem tanto assim, mas a simpatia dela é melhor e mais valiosa. Paguei R$ 1.     

 

No caminho até aquele ponto eu passara por alguns pontos comerciais sui generis, mas entre eles um até surreal. Na pequena placa acima da porta se lê: ARTIGOS RELIGIOSOS E RAÇÕES. Juro que é isso mesmo. Na volta fui lá, entrei e conferi. Está tudo lá. Para Pets e, perdoem-me meus ancestrais, Santos. Quem quiser, também pode conferir próximo à Praça da Árvore e Rua Caramuru.

 

Após finalmente tomar o café, saí à rua para fumar e dei uns dez passos à direita e à esquerda da lanchonete, observando as lojinhas. Encontrei umas bem legais. Sapataria que troca salto na hora; Barbearia à antiga; um Sex Shop com uma promoção interessante: Alugue 5 DVDs do catálogo e pague apenas R$ 5; e fiquei observando por alguns instantes o movimento de entrada para o almoço executivo em um hotel do outro lado da rua. Também está em promoção. R$ 20 o período de duas horas mais R$ 6 pela garagem. Nas placas de publicidade externa não mencionava nada sobre banho, mas o lugar parece simpático e hospitaleiro.

 

Para por fim à minha expedição e meu quase voyeurismo, o coletivo chegou. Atravessei a rua, conheci o nosso benfeitor e peguei a carteira da heroína, com tudo que lá dentro estava quando a perdeu, incluindo a grana – uma moeda de R$ 0,50.

 

O Álvaro é um jovem garoto de não mais que vinte anos, trabalhador, simpático e bem educado. Prometi que a legítima dona da carteira iria procurá-lo para, ao menos, entregar-lhe um presente de agradecimento. Tenho a leve, porém nítida, impressão que me ferrei. Ainda vai sobrar para mim também esse encargo.

 

Bem, concluída essa minha divertida boa ação do dia, resolvi ir almoçar. Ah! Não foi almoço executivo. Peguei um bom, prático e quentinho PF mesmo. Sinceramente, há tempos não tinha uma manhã tão divertida. Thanks God!

 

Sebastião Paixão

Em 2009/10/29

 



Escrito por SEBASTIÃO PAIXÃO às 12h41
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São Judas Tadeu, de maneira direta eu não sei, mas indireta com certeza, fez e faz parte da minha vida. Portanto, em sinal de agradecimento, segue um pouco da história dele que encontrei no site da Paróquia:

...Judas Tadeu era natural de Caná da Galiléia, na Palestina. Sua família era constituída do pai, Alfeu (ou Cléofas) e a mãe, Maria Cléofas. Eram parentes de Jesus. O pai, Alfeu, era irmão de São José; a mãe, Maria Cléofas, prima irmã de Maria Santíssima. Portanto, Judas Tadeu era primo irmão de Jesus. O irmão de Judas Tadeu, Tiago, chamado o Menor, também foi discípulo de Jesus.

A Bíblia trata pouco de Judas Tadeu. Mas aponta o importante: Judas Tadeu foi escolhido por Jesus, para apóstolo (Mt 10,4). É citado explicitamente nas Escrituras pelo evangelista João (Jo 14,22). Na ceia, Judas Tadeu perguntou a Jesus: "Mestre, por que razão hás de manifestar-te só a nós e não ao mundo?" Jesus lhe respondeu afirmando que teriam manifestação dele todos os que guardassem sua palavra e permanecessem fiéis a seu amor.Após ter recebido o dom do Espírito Santo, Judas Tadeu iniciou sua pregação na Galiléia. Passou para a Samaria e Iduméria e outras populações judaicas. Pelo ano 50, tomou parte no primeiro Concílio, o de Jerusalém. Em seguida, foi evangelizar a Mesopotâmia, Síria, Armênia e Pérsia. Neste país recebeu a companhia de outro apóstolo, Simão. A pregação e o testemunho de Judas Tadeu impressionaram os pagãos que se convertiam. Isto provocou a inveja e fúria contra o apóstolo, que foi trucidado, a golpes de cacetes, lanças e machados. Isso, pelo ano 70. São Judas Tadeu foi mártir, quer dizer: mostrou que sua adesão a Jesus era tal, que testemunhou a fé com a doação da própria vida.

A brevíssima Carta de São Judas, que está na Bíblia, é uma severa advertência contra os falsos mestres e um convite a manter a pureza da fé. Nos versículos 22-23 propõe pontos fundamentais de um programa de vida cristã: fé, oração, auxílio mútuo, confiança na misericórdia de Jesus Cristo.

A imagem de São Judas tem o livro, que é a Palavra que ele pregou e a machadinha, com a qual foi morto. Os restos mortais, após terem sido guardados no Oriente Médio e na França, foram definitivamente transferidos para Roma, na Basílica de São Pedro.

A relíquia de São Judas: A relíquia que temos é um pedaço de osso dele. O relicário é usado para dar a bênção nos dias 28 de cada mês. A relíquia chegou até nós em 1945 ou 1946 por meio de um padre capelão militar. Este, durante a guerra, serviu a um convento de religiosas, na Itália. Finda a guerra, o padre recebeu de presente, das Irmãs, a relíquia de São Judas, que foi posteriormente doada ao Santuário São Judas Tadeu. Junto, um documento garantindo a autenticidade da relíquia.

 

Fonte: http://www.saojudas.org.br 

Site oficial Paróquia/Santuário São Judas Tadeu
Av. Jabaquara, 2682 - Jabaquara São Paulo - SP -
tel: (11) 5072.9928 fax: (11) 2276.4698



Escrito por SEBASTIÃO PAIXÃO às 19h28
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NÃO SEI DE NADA, NÃO VI NADA

 

ESCLARECIMENTOS AO PÚBLICO

 

Adolescente morre no HR após ser atacada por pit bulls em Goiana – PE

PERNAMBUCO // MATA NORTE

 

Esta notícia está na página inicial do UOL. Gostaria, no entanto, de deixar claro que não tenho nada a ver com o caso e tampouco há envolvimento de alguém da minha família. Não adianta pedirem investigação parlamentar ou CPI, pois o processo será devidamente arquivado. Não sabemos de nada e não vimos nada.

 

http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/pernambuco/noticia/2009/09/01/adolescente-morre-no-hr-apos-ser-atacada-por-pit-bulls-em-goiana-198282.php

 



Escrito por SEBÁ PAIXÃO às 11h24
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Companheiros/as,

 

Acabei de ler em um artigo do New York Times que cerca de 20 pessoas por ano são mortas, nos Estados Unidos, por ataques de touros e vacas. São chifradas e vários outros ataques que visam principalmente o tórax e a cabeça. As vacas mais perigosas são as que estão com filhotes novos e as leiteiras, extremamente possessivas com seus bezerrinhos.

 

Será que não dá para importar algumas vacas e/ou touros e soltar no Plano Piloto de Brasília?



Escrito por SEBÁ PAIXÃO às 14h17
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Olá Companheiros/as, voltei depois de um longo período. E, aproveitando a semana, voltei com uma mensagem de homenagem aos pais.

É Possível Amar e Ser Feliz: Seja Pai!

 

Um amigo, diretor - presidente da subsidiária brasileira de uma multinacional americana. Profissional ultra conceituado no mercado, já havia passado por vários cargos de alto escalão em uma meia dúzia de empresas integrantes das cem maiores do mundo. Ele sempre pensou que estava fazendo tudo de melhor que podia para o bem estar e futuro de sua família. Na época, últimos meses do século vinte, três filhos e esposa (primeira esposa). Ele realmente acreditava nisso, pois até casar-se era daquelas pessoas individualistas, que tudo que fazia o fazia pensando no seu próprio bem, sem ter que dar satisfação a outrem a não ser aos seus superiores na empresa.

 

O casamento veio até por acomodação e como solução para uma situação que já se tornava um problema, as investidas da namorada, as "indiretas" da sogra, a cobrança dos pais por um neto e por aí afora. Homem e executivo de decisão resolveu a situação casando-se, até porque se deixasse escapar aquela teria que investir muito na busca de outra. Seriam jantares, teatros, viagens, presentes e outras despesas - tudo era contabilizado como despesa. Portanto, a solução que apresentava a melhor relação custo / benefício era o casamento e assim assinou o contrato.

 

Com a chegada do primeiro filho, afincou-se mais ainda ao trabalho e em, como dizem nossos amigos do hemisfério norte, make money. Agora ele tinha mais um motivo: garantir um futuro tranqüilo para seus filhos - logo vieram o segundo e o terceiro. E assim meu amigo ia "vivendo".

 

Era o mês de agosto de 2000 e ele, o citado amigo, estava em um vôo - na primeira classe, claro - de uma companhia aérea americana lendo uma revista de business, quando se deparou com um artigo escrito por um profissional da área de recursos humanos - chatos e subjetivos esses caras de Human Resources - e decidiu ler por dois motivos. Quem assinava o artigo era um VP de HR de uma das maiores empresas americanas e também por uma das palavras do título do artigo que o intrigou: sabático. Na verdade era um artigo sobre um programa - Período Sabático - que a empresa estava patrocinando para seus principais executivos, pois a mesma estava preocupada com os reflexos na família e na comunidade do desvirtuamento do trabalho. Esse programa visava patrocinar aos envolvidos um período de reflexão, interiorização, criação, autoconhecimento e autocrescimento que a empresa acreditava iria transformá-los em seres humanos melhores, mais completos, com reflexos positivos no desempenho da equipe, no clima organizacional, aumentando a performance da empresa como um todo.

 

Meu amigo ficou a tal ponto interessado pelo assunto que, ao chegar ao hotel, ligou seu inseparável notebook e foi pesquisar mais sobre o assunto na internet. E como tinha tempo livre - suas reuniões só começariam na Segunda-feira e ainda era Sábado, passou o fim de semana estudando e refletindo. Refletindo sobre o que tinha feito da e na sua vida até então. Pensando nos filhos - o mais velho agora com treze anos e a menina, mais nova, com nove - e tentou recordar qual teria sido o último final de semana realmente juntos, com tempo exclusivo para eles. Veio à mente o reveillon na casa de campo do sogro. Não esse não valia, pois os meninos ficaram quase todo o tempo sendo estragados pelos avós maternos - os paternos já haviam ambos mudado de plano. As últimas férias, talvez? Não, também não era um bom exemplo. Eles ficaram sob a guarda dos monitores do hotel, em Aspen, onde foram esquiar.  Chegou a uma dura conclusão: jamais tivera tempo para curtir seus filhos. Treze anos havia se passado desde o nascimento do primeiro, o Thiago, e ele tinha delegado esse privilégio para a mãe, para os avós, para as tias, perdendo quase todo o espaço na vida deles.

 

Já na Quarta-feira, ou melhor, Wednesday, no final de um dia de reuniões exaustivas e nada conclusivas o nosso amigo - isso, agora já é nosso amigo - estava finalizando a apresentação que teria que fazer na Sexta-feira, perdoem-me on Friday, e não lembrava em que dia do mês estava. Olhou no relógio e viu que estava em 9 de Agosto. Agosto... Tinha algo nesse mês que ele não conseguia lembrar-se. Tentou, mas nada veio à mente. Finalmente concluiu sua apresentação, foi ao lobby bar, tomou umas doses de Jack Daniels, jantou e foi dormir. Teria mais dois dias de reuniões pela frente.

 

No dia seguinte, Thursday - dessa vez eu acertei - para surpresa sua, logo ao acordar, lembrou-se do que acontecia no mês de Agosto. No Domingo, ops! Sunday seria Dia dos Pais. Ficou, pela primeira vez na vida, aflito e apreensivo com isso, pois só chegaria ao Brasil na Segunda-feira pela manhã. Mais uma vez iria receber seus presentes no meio da semana. Tomou uma decisão. Conseguiu antecipar sua apresentação em um dia, pediu dispensa das reuniões da Sexta-feira e pegou o vôo que chegou ao Brasil no Sábado pela manhã e para surpresa de todos, principalmente dos filhos, chegou em casa no Sábado e recebeu seus presentes no Domingo - Dia dos Pais. Havia decidido, durante o vôo de volta para casa, iniciar ali o seu Sabático. Na semana seguinte conseguiu uma licença por conta das várias férias que tinha a tirar e iniciou o Sabático - o mergulho em si mesmo - empenhando-se em melhorar a sua performance em conhecer aqueles seres que eram a principal razão de sua vida, mas que ele pouco conhecia: os filhos.

 

Nas semanas que se sucederam foi levá-los e buscá-los na escola, freqüentou Mc Donalds, pegou filas imensas no Hopi Hari, conferiu boletins, ajudou em lições de casa e até - argh! - assistiu a jogo do Corínthians no Pacaembu - é... o mais velho, contrariando as origens sangüíneas, era corintiano, e ele sentia-se culpado por isso.  Quem mandou abandona-lo; poderia até ter sido pior - resolveu definitivamente participar da vida dos filhos e, após algumas semanas nesse ritmo, chegou à conclusão de que, contrariando a máxima de Nelson Rodrigues, é possível, sim, amar e ser feliz. Basta permitir-se SER PAI.

 



Escrito por SEBÁ PAIXÃO às 18h59
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ASSISTINDO FUTEBOL NA TV

A maioria dos meus amigos sabe que eu não gosto de assistir futebol narrado pelo Galvão Bueno, mas gosto menos de escutar pelo rádio e pior ainda do que, como faz um amigo, assitir na tv e ouvir pelo rádio simultaneamente. O Galvão Bueno me irrita, mas, sinceramente, os dos outros canais são piores. Então... Para me divertir um pouco decidi assistir o jogo entre Brasil e Uruguai, no Morumbi, em 21 de novembro de 2007, fazendo observações sobre a narração, as interferências dos comentaristas da emissora do plim-plim e como eles dão um nó na cabeça do coitado do telespectador, que chega a pensar que está assistindo outro jogo. Seguem algumas pérolas da narração moderna do futebol:
PRIMEIRO TEMPO
08:00 - nem terminei de tomar minha sopa com torradas (estou de dieta) e sai gol do Uruguai: CM (CM = Comentário Meu) – “põe na conta do Abreu”;
15:00 – Kaká faz falta em um zagueiro – GB (GB = Galvão Bueno) comenta: “o árbitro se aproveitou da muleta que deram aos árbitros para marcar sempre a favor do defensor ou contra o atacante” – “pensei que o árbitro utilizasse um apito”;
16:05 – Lugano desarma o kaká – GB: “o Kaká ta cheio de vontade”;
20:00 – Uruguai levanta a bola na área brasileira, Julio César rebate, cumprindo sua função normalmente. GB: “Julioooooooooooo cesarrrrrrrrrrrrrr faz quase um milagre”
23:00 – Julio César faz uma boa defesa. GB: “Está atravessando grande fase Julioooooooooooooooo Cesarrrrrrrrrrrr”
27:20 – Corre o jogo. FA (FA = Falcão): “Nossos 3 tenores não estão bem, não estão conseguindo jogar”
33:20 – O Uruguai segue dominando o jogo. CM: “Onde estão Kaká, R. Gaúcho e Robinho? Dá para alguém ir chamá-los?”
35:00 – GB: “Me impressiona o descompasso técnico do Ronaldinho hoje” – “Só hoje?”;
38:30 – GB (3 minutos depois): “Dos 3 tenores Ronaldinho é o que está melhor hoje” – “Num entendi mais P. nenhuma – dancei”;
40:25 – GB ler a PERGUNTA DO INTERNAUTA para o FA: “Qual a dificuldade que o Dunga tem para ARMAR esta seleção?” – “DUNCA? ARMAR?” – “Continuo sem entender nada”;
44:05 – GOL DO BRASIL – L. Fabiano. Todos concordam, enfim, que o resultado é injusto, pois o Uruguai está melhor;
44:30 – GB: “É isso, o gol só sai se chutar no gol” – “Sempre ADOREI essa frase”;
Termina o 1º Tempo.
INTERVALO
GB (após breve entrevista com o R. Gaúcho): “Essas foram as palavras do Ronaldinho, que fez um bom primeiro tempo, dos 3 tenores foi o melhor” – “cada um que tire suas conclusões”;
FELIPE MASSA (entrevistado no intervalo): “Falta uma sacudida para a seleção voltar ao que é” – “O que é a Seleção, afinal?” – “aguardo respostas”;
GB: “Com Garrincha e Pelé, juntos em campo, o Brasil jamais perdeu, nem em jogo treino. Foram 41 jogos, com 36 vitórias e 5 empates” – “Essa, sinceramente eu não sabia. Algo interessante, que eu não sabia”;
SEGUNDO TEMPO
Início – GB: “O Brasil está estreando uma nova camisa” – 1ª menção ao fato – “Agora que ele fala”.
08:40 – O uruguaio Cristian Rodrigues sai bem atrás e chega na frente do Mineiro (que não parece nada com o ‘Mineiro’ – que não parece nada com o Mineiro, e sim com uma bela baiana correndo com o tabuleiro na cabeça; com o tabuleiro ainda cheio, é claro);
12:10 – Ronaldinho tenta drible na entrada da área (do Uruguai, afinal) e a zaga corta – GB: “Ficaaaaaa no chãoooooooooooooo o Ronaldinhooooooooooo!!!!!!!!!!” e afirma: “O juiz não vai dar esse tipo de falta” – “Que tipo de falta? De vergonha talvez???”;
15:20 – Sai Ronaldinho Gaúcho (o melhor dos 3 Tenores) e entra Josué;
17:20 – A CENA DO JOGO: Kaká chorando, choramingando e esmurrando o chão ao perder mais uma jogada para um uruguaio que tem salário pouco mais superior a 1% do dele – buábuábuábuábuá;
20:00 – GOL DO BRASIL – L. Fabiano (de novo, um dos renegados) – Destaque: A vibração, aparentemente espontânea, do Wagner ao correr para comemorar e abraçar o Fabiano;
30:00 – Fica constatado que o L. Fabiano não estava, eletronicamente, impedido;
33:30 – UMA QUESTÃO: “Por que o que está fora ‘eles’ chamam de 4º árbitro e o que está em campo, com o apito, chamam de juiz? Qual é o certo afinal? Como sofre um telespectador desavisado”;
42:40 – GB: “Faltinha assim o Arnaldo já disse que ele não dá”;
44:00 – CONSTATAÇÃO: “Luiz Fabiano – um dos renegados – o nome do jogo -; Kaká, melhor do mundo – a decepção; Dunga sabe mesmo armar???” – sorry, just a question!!!
44:40 – GB: “Arnaldo, quanto você daria de acréscimo?” – A (A = Arnaldo): “2 minutos” – GB: “É muito” – A: “Você perguntou”;
47:30 – GB: “Grannnnddddeeee partida do Julioooooooo Cessssaaarrrrr, apesar da pressão. Lembra o Julinho quando substituiu o Garrincha no Maracanã e, em dez minutos, transformou vaias em aplausos” – “Bem, no comments, eu não era nascido”;
ENCERRAMENTO – PÓS JOGO
JULIO CESAR (não, não era o romano, mera coincidência): “Sei da importância do Rogério Ceni; de tudo que ele conquistou este ano; agradeço à trocida por ter me ovacionado hoje” – “OVACIONADO??? Não vi ninguém jogar ovo nele, talvez eu esteja meio confuso sobre o termo, vou conferir no Aurélio”.
Bem, assim que eu tiver coragem e estômago para assistir futebol na TV da maneira que assisti agora talvez volte a exprimir minhas impressões de novo a respeito. Bye see you soon!!!


Escrito por SEBÁ PAIXÃO às 22h28
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10 SUGESTÕES SOBRE ONDE PASSAR O REVEILLON

Todo ano é a mesma coisa. Escolher e decidir onde passar o Reveillon. A chamada "hora da virada." Tem coisa mais chata do que escolher entre as diversas alternativas disponíveis? Aos indecisos, seguem 10 (dez) sugestões:

1. Passar o dia enchendo o canecão e ouvindo a mensagem de Natal e Ano Novo da Rádio Jovem Pan, ficar bebaço e capotar, acordando às 4 da manhã com o cabeção inchado e latejando - se é que o cabeção ainda estará acima do tronco;

2. Aceitar a idéia de vizinhos de pegar o carro e fazer um bate e volta à Praia Grande ou Santos para molhar os pés, pular as ondas (quantas ondas são mesmo?) à meia-noite e pegar engarrafamento federal para descer e subir a serra, sem contar com a esposa do lado enchendo o saco para você não beber porque vai dirigir - apesar de ela estar correta, isso é um porre sem álcool;

3. Juntar um grupo de amigos igualmente "zacupados" e ir para a Av. Paulista, assistir o "show da virada" com aquela maçaroca de estilos, que mistura Lulu Santos, Bateria de Escola de Samba, pagodeiros, "sertanejos" e etc., tomando champagne e cerveja quente;

4. Alugar uma quitinete na Cidade Ocian que mais parece a ante-sala do inferno, se é que o inferno chega a ser tão quente quanto tal;

5. Gastar uma nota preta para jantar em um clube ou restaurante e comer coisas esquisitas e de combinação para lá de heterogênea, se arrependendo de não ter aceito o convite do vizinho para ir na churrascada que ele ofereceria - churrasco à meia-noite é de lascar;

6. Aceitar o convite do vizinho para uma churrascada na noite do reveillon; se empanturrar de carne, lingüiça, asinha de frango, cerveja quente, pinga de origem duvidosa e whisky de origem reconhecida (do Paraguai); e passar a “virada” vendo tudo rodando, dormir rodando e passar o primeiro dia do ano com uma ressaca digna e merecida pela turma do mensalão;

7. Pegar as crianças, para os que têm, e ir para a casa da sogra ou daquela cunhada que você só ver duas vezes por ano, no Natal e no Reveillon, e passar a noite separando as encrencas e turras das duas dúzias de pentelhos presentes, incluindo os seus e ainda amaldiçoar a anfitriã. Onde já se viu ter galinha na ceia de reveillon? Você não come bicho que cisca para trás nessa noite nem à pau;

8. Reunir os amigos e inimigos não declarados no salão de festas do prédio à beira daquele tanquinho que a construtora teve o desplante de chamar de piscina, disputando quase à tapa com os distintos presentes os banquinhos, sofás e poltronas para tirar um cochilo, alegando que quer estar em forma à meia-noite, disfarçando que na verdade está é pra lá de bebaço;

9. Recusar todos os convites, se juntar com o seu melhor amigo, parceiro na disputa de campeonato de esvaziamento de recipientes, com conteúdo alcoólico é claro, e ir para qualquer bar que esteja aberto a essa hora (tem presidente que diria “esteje” sic), ver se encontram alguma “baranga” ou “mócreia” dando mole e no dia seguinte dizer que passou o reveillon com uma “tremenda gata” – meu Deus o que o álcool não faz;

Ou, talvez a pior de todas as opções, perdoem-me...

10. Chamar meia dúzia de amigos para sua casa para passar o reveillon comendo, bebendo, falando mal dos outros, principalmente daquele cunhado que acabou de descobrir umas protuberâncias meio esquisitas nascendo na testa – ah, o distinto escolheu ir para a Paulista e assistir o show da dupla sertaneja que só canta música em sua homenagem – enquanto você e sua turma assiste o “Show da Virada” do Faustão na Globo.

Seja qual for a sua escolha só posso desejar FELIZ ANO NOVO. Eu já escolhi a minha, mas não divulgo nem depois de morto.

 



Escrito por SEBÁ PAIXÃO às 11h01
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CHEGOU O BLOG DO PAIXÃO

Olá amigos/as, estou há dias com a idéia de criar um blog aqui, mas uma mescla de preguiça com falta de tempo me levou a ficar adiando (olha o gerundismo). Bem, mas estou aqui escrevendo para todos/as. Este blog tem como base a ética e a ausência de baixarias e mais nada. Nada desse troço de ser politicamente correto, este é um blog livre. Aqui iremos comentar sobre atualidades, acontecimentos recentes, esportes, fofocas, principalmente, política, sexo correto - essa é boa - alguém sabe o que é isso? E o que der na telha.Críticas, sugestões e comentários serão sempre bem vindos.

 

 



Escrito por SEBÁ PAIXÃO às 10h03
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